Malkuth
sem dúvida é uma horda bem antiga no cenário
nacional onde já passaram também vários
integrantes desde o inicio da banda. Vindo de Jaboatão
dos Guararapes/Pernambuco desde 1993 nos tempos do ápice
do Black Metal Internacional e Nacional. Com a formação
atual Lord Nightfall ( vocals1993-1999, 2003 drums1999-2003),
Priest Vampyr Ashtaroth: guitars, vocals (1999/2003) keyboards
(1993) e Cyber Necro Daemon (Keyboads and bass).
O cd intitulado Destroying The Symbols of
Lies de 2002 mostra de
inicio o junto com a arte o ódio proclamado a religião
(judaica-cristã, obs: Sem fundamentos NSBM.) com 9 faixas
bem produzidas.
Já de inico 01- Moonblood´s Domination,
com 42 segundo de introdução antes da musica percebe-se
uma guitarra bem desafinada de inicio mas que faz algum sentido,
algumas microafinações
e aos 15 segundos a percepção de trovoes e uma mulher
ou uma menina fazendo sons bem esquizofrenicos como se estivesse
perdida ao caos. 42s é principio dos instrumentos dando
preferencia o destaque dos teclados e bate estacas até os
1:14 onde praticamente os outros intrumentos dominam. As primeira
estrofe da letra ainda é perceptível, mas fica confuso de
acompanhar a letra no primeiro e segundo refrão. Aos 2:39
com a bateria ficando mais quebrada ficando mais claro o ingles
e riffs mais trabalhados junto ao teclado. 3:36 acontece uma marcha
na bateria dando ritmo a guitarras cavalgadas com grande criatividade.
Letra desta musica se concentra em uma narrativa em poucas partes
de guerra. 02- Warpagan´s
Heart começa com a bateria marcando o riff contínuo
e o teclado sendo muito bem trabalhado passando para um ritmo alternado.
Denovo o ingles é dificil de compreender talves pelo reverb
que não está tão agressivo. 1:15 a musica
cria a originalidade da banda deixando um pouco o teclado atmosférico
onde você escuta boa percepção e uma melodia
muito boa de escutar. Retornando ao tema inicial aos 2:23 com a
primeira estrofe dando o fim somente a o teclado de tema dos riffs.
03- Burn At Midnight com dedilhadas medievais
e bateria de influência
de povos pagãos se completa com o teclado mexendo com o
clima de caça as bruxas. 1:38s sente de fundo um teclado
com efeitos de vocais sombrias como se fossem almas sofrendo prontas
para o refrão muito marcante "burn the body, burn
the sky, burn the soul, burn at midnight". Musica mais
agressiva do cd tanto musicalmente como em termos de letra demonstrando
que talvez seria passagens de dor e indignação que
pessoas tiveram que assistir em silêncio. Muito interresante é uma
igreja nacional em chamas atrás da letra, que diz certamente o
que deveria ser ao contrario do que ocorreu, na opinião
da banda. 04- Devil Killing Christ Again, gritos
de sofrimento junto a um teclado muito bem colocado a uma guitarra
melâncolica
transformam essa musica muito prazerosa de escutar. Nesta faixa
aos 1:24 está bem
claro a importância de não haver somente aquela monotomia
do baixo acompanhado guitarra e sim seguindo seu próprio
caminho. Essa musica surge como um hino de vitória depois
de tanta hipocrisia que é citado na faixa anterior. 2:24 é a
parte mais violenta com bate estacas na bateria seguindo depois
uma linha muito bem trabalhada no ponto do quarteto ( g/b/b/k).
05- Golgotha In Flames teclado iniciado mais veloz
que de todo o cd e támbem bateria melhor trabalhada no pedal
e pratos. Letra bem nítida para quem curte acompanhar o que a banda
está cantando
junto ao som. 1:16 você começa a perceber onde está o
ponto de reconhecer a caracteristica desta banda que é retocando
nas musicas, é uma perfeita harmonia entre os instrumentos
com guitarras abafadas mudando para os 3:08 com o destaque solo
do baixo e um teclado muito bom de fundo, passa para uma guitarra
que lembra sem duvidas ao um clima de "Freezing Moon" com alguns
solos no fundo e harmonicos bem transparentes dando ao fim. 06-
Destroying the Symbols of Lies intitulada com o nome do
cd é somente
um teclado com um clima de outra dimensão, lembra aquelas
partes de filmes anos oitenta, ficou muito boa para refletir sobre
esse nome. 07- My Last Touching Battlefield começa
com um teclado mais épico depois de pausas e partes que
lembram aquele Black Metal do início dos anos 90 entra aos 3:51
o grande sentimento da musica. Ficou muito boa essa parte, dando
um grande gosto de escutar temas assim em cds nacionais a bateria é bem
quebrada mas obedece o clima de escuridão dando parte depois
a uma pausa com um violão barroco (que sugere a contra
capa de uma igreja barroca sendo queimada) de clima bastante depressivo
que faz você a entender o passo a passo musical deste album.
08- Insatiable Thirst for Blood monstra claramente
algumas influências de Sarcófago e algumas pausas que lembram Rotting
Christ, de início é a
mais agressiva. Com refrões mais marcantes não pelo
o fato do conteúdo, mas pela forma que é cantado.
Teclado tem pouca participação (muito de fundo),
ae deixaram bem claro a linha de baixo e guitarra.
A bateria não
se destacou como nas demais musicas, só que nesta faixa
ela parece mais reta em relação a bate estacas e
alternadas que fazem o peso desta musica. 09-
Total Wargasm é um
instrumental com um tema de fundo muito sombrio combinado com
poucas notas simples. Começa uma guerra travada em campo
de batalha com sons de espadas, desespero e morte. É uma
boa pedida para fim de alguma coisa .
Arte Gráfica: A capa de lance é um
tanque da segunda guerra mundial (lembrando o Panzer Division
do Marduk) passando por uma cidade devastada pela guerra vindo
para passar por cima de uma pequena imagem de uma igreja queimada
(parece a que o Varg Destruiu, é familiar essa imagem)
e um símbolo Judeu. A capa é em tons esverdeados
com marrom dando no alto do céu o destaque para o logo, que ficou
bem nítido. Por dentro mostra imagens que deram aquele ícone ao
álbum, como um eclipse, um lobo, uma pessoa morta na guerra, brasão
da horda, fotos dos 3 integrantes, igreja barroca nacional em
chamas e também atrás do cd você verá 2
pessoas (que na verdade é a mesma) impaladas do filme Holocausto
Cannibal. A arte que ficou no cd é a mesma da capa do album
sem problemas na prensagem. Na contra capa atrás disso é uma
foto ao vivo da banda.
Geral: A gravação ficou bem nítida
em todos os pontos. O que mais chama atenção desse
cd sem dúvida é o
teclado muito bem trabalhado, sem aquelas frescuras que aquelas
bandas power costumam trabalhar. As letras seria mais interessantes
se você conseguisse acompanhar em certas partes, mas o
conteúdo é de boa produtividade. É uma banda
que irá agradar
pessoas que curtem cd como o Thy Mighty Contract - Rotting Christ
e a própria influência do Sarcófago. Em questão
de peso a horda neste cd é branda por conta da guitarra, é um
peno não muito agressivo que deixa mais por conta do teclado
e bateria. Demonstra também que para uma banda que tenha
um teclado funcionam bem, sem vistas de virtuosismo por conta
dos musicos e inumeras escalas por parte de cordas e teclas
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