Formada
em comunhão de ódio e raiva, pelos guitarristas
Daniel Uncradlle e Tiago Oriony em meados do ano de 2000, a
banda Mortificy surge em plena capital do Amazonas, com a proposta
de fazer um som que fosse brutal suficiente para exaltar sentimentos
malditos em melodias brutais, rispidas e perversas. Logo após,
com a entrada de Marcelo Anihilator, irmão de Uncradlle,
nos cantos blasfemos e do baixista Icaro Gorehunter, a banda
intensificou suas buscas por um baterista que sustentasse a
brutalidade desejada, porém após vários
testes, não houve individuo que satisfizesse as necessidades
da banda e a Mortificy teve que galgar seu caminho, usando-se
do artifício de bateria sintetizada para suprir a velocidade
e a brutalidade desejada, vencendo assim essa barreira que
a impediu por mais de um ano de fazer apresentações.
Após a saída do guitarrista Tiago Oriony, a banda
fez diversas apresentações, dentre elas, destacam-se
o encerramento do show do Krisiun em Manaus, e a participação
nos festivais Against Christ Again I e II.
No início de 2003, entra na banda o guerreiro Robson, baterista que conquistou
com sua dedicação e ódio ao cristianismo, seu espaço
na horda Mortificy, fazendo com que os hinos ficassem ainda mais extremos e brutais
que nos tempos de bateria sintetizada.
Hoje a Mortificy conta com Marcelo Anihilator (vocal), Daniel Uncradlle (guitarras
e backing vocals), Icaro Gorehunter (baixo e backing vocals) e Robson Possessed
(Bateria). Com letras que expressam todo o ódio e indignação
em relação as guerras, desgraças e doutrinas judaico-cristãs,
a Mortificy vem lutando para divulgar seu primeiro trabalho, lançado no
segundo semestre de 2003, com o intuito de mostrar para os reais admiriadores
da cultura negra o seu maldito petardo e aumentar ainda mais as fileiras para
a derradeira guerra contra o Deus da mentira e seu filho bastardo, em seu paraíso
de enganação.
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